domingo, 26 de abril de 2009

Oh criança!

Como criança gostaria a voltar.
Como criança, ainda um pouco sou.
Talvez com ingenuidade pouca; bem mais felino?
Ideologias que se confrontam: oh criança!
Sonhos que pedem mais astúcias, sonhos que ainda sonham com você.
Criança mundana que pede colo, pele que se sente, criança...
(by ktmusic)

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Páscoa Judaica

O terceiro livro da bíblia, Levítico, escrito por Moisés, conta que a páscoa originou-se com a consagração das primícias, onde era apresentado a Deus o resultado das plantações, as boas colheitas.

A páscoa ficou conhecida como o nascimento da liberdade do povo judeu. Deus queria a libertação de seu povo, que não era aceita pelo faraó do Egito. Como forma de puni-lo, Deus exterminou todos os filhos primogênitos das famílias egípcias, inclusive o filho do faraó, que se revoltou e ordenou que seus soldados matassem o povo judaico.

Assim, a páscoa ganha o sentido de libertação diante da morte, quando na fuga desse povo, Moisés abre o mar vermelho, com seu cajado, tornando possível a passassem dos hebreus para o lado da Terra prometida.

O termo páscoa tem origem do hebraico (Pessach), que significa passagem, estando também relacionado às celebrações pagãs da passagem dos períodos entre o inverno e a primavera.

Sendo uma festa familiar, um dia antes de sua comemoração é feita uma limpeza nas casas, tirando tudo aquilo que pudesse prejudicar os princípios judaicos.

A principal celebração feita pelos povos judeus é o jantar em família (Seder), onde aparecem os alimentos que têm grande importância na cultura desse povo. Esse jantar serve ainda para ensinar as gerações mais novas a “Torah”, sobre os três principais alimentos da refeição: o cordeiro, os pães e as ervas amargas.

O cordeiro (pesah) "é o sacrifício da páscoa de Jahwé, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os egípcios e livrou nossas casas." (Ex 12,27).

O pão ázimo (matsah) que foi feito às pressas, antes da fuga do Egito, "E cozeram bolos ázimos da massa que levaram do Egito, porque ela não tinha levedado, porquanto foram lançados do Egito; e não puderam deter-se, nem haviam preparado comida." (Ex. 12,39), ensinando às novas gerações que assim como o fermento enche o pão de ar, tornando-o imperfeito, que este também causa ao homem as imperfeições morais e negativas, tornando-o cheio de vaidades e vazios.

Já as ervas amargas (maror), "Assim lhes amargurava a vida com pesados serviços em barro e em tijolos, e com toda sorte de trabalho no campo, enfim, com todo o seu serviço, em que os faziam servir com dureza." (Ex. 1,14), pela vida amarga, pelo sofrimento causado durante o trabalho escravo.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

domingo, 5 de abril de 2009

Retóricas reais

Acondicionado à sempre escrever sobre retóricas.
Retóricas de perguntas que sempre faço à mim.
Índole de que?
Quando analiso meu círculo, assusto-me!
Não guardo um lugar conveniente para mim.
Pensei em música essa semana, aliás, ta cravado no peito, quero todo dia; mamãe cogitou em me dar um violão novo, escondi o ecstasy.
Logo na semana seguinte fui em uma loja de som e pesquisei as paixões.
Chega de retóricas né, superficialidades, tem que ser.
Voltar às paradas de sucesso?
(by ktmusic)

sábado, 4 de abril de 2009

Só pra lembrar..

Isso mesmo, só pra lembrar que quinta passada (02/04) fui ver o tricolor no morumbi.
Oh tricolor tu és minha paixão e o meu amor está por ai...
(by ktmusic)

Todos caminhando

Aventuras descabidas, delinquentes sem dor...
Aprofunda o que sentimos iludindo o que é real.
Ao amor quero chegar para a fuga encontrar, a indecisão acabar...
A vida confundi os indecisos, falta de tato, de coragem, de pudor.
Respostas?
Estamos todos caminhando.
(by ktmusic)