Não paro quando paro, e nem sei quando como quero!
Sigo e desvirtuo e nem vê, nem chega,
se é só querer, se é sem poder.
Plugo e 'desplugo' nessa pulsação,
frenesi muito mais excitante, delirante...
Bem diz que não é assim, mais do que eu:
complexos devaneios de um matuto suburbano,
em cima da linha no vulto do trem que carrega meu vírus,
minha vida; essa seiva que persisti e ainda mais,
ainda corre, percorre...
Vai menino! no momento de ouvir a dor soar vertente
na gota do meu verbo, minha alma.
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